sábado, 4 de janeiro de 2014

Uma festa é boa até que...

"O que mais me chamou a atenção no post a seguir foi a atitude do policial, e as orientações que ele deus para nós. Mas vale para que os organizadores da festa fiquem atentos da próxima vez. O que elas queriam era simplesmente fazer suas necessidade fisiológicas".
Aconteceu ontem (03) uma festa organizada pelo Grupo 3 Irmãos em Banzaê, que por sinal festa até boa, tranquila, calma, até que em um determinado momento houve algum mal entendido.
Em nossa região (isso é até onde eu sei, porque em outras que já participei nunca passei por essa situação) criou-se o costume de organizar festas fechadas e impedir que o participante (que pagou) saia do recinto antes de um certo período - alguns colocam 1 hora ou mais. Até esse tempo o pagante é obrigado a permanecer dentro da festa. Como disse, essa é uma prática comum nas festas da região. O motivo é evitar que o espaço da festa pareça vazio e não cause má impressão a quem esta de fora "curiando" ou mesmo aos que estão dentro.
Bem. Pagamos - de uma certa forma - para ficarmos presos em um determinado lugar, e o pior, com o apoio da Polícia. Isso mesmo! Da Polícia. Isso aconteceu ontem.
Antes de concluir o pensamento, uma pergunta: Pra quem já participou de festa e tomou cerveja e outras bebidas, é possível ficar um logo período sem "ir ao banheiro"? Aliás, deveria ir ao banheiro se isso tivesse no local da festa. Acho que a organização não pensou muito nesse fato e aconteceu um imprevisto. A festa tava boa, até que algumas pessoas começaram a sentir a necessidade de ir ao banheiro. Ao sair fora barradas na saída pelos seguranças. As pessoas eram mulheres. Os seguranças receberam ordens para não deixar ninguém sair até um determinado período. Então, as pessoas fora pedir informação aos policiais que estava dentro do recinto da festa. Nossa! Acho que esqueceram de ensinar a eles como informar algo a um cidadão. O fato que presenciei aconteceu com minha irmã e três sobrinhas minhas, a cunhada do meu cunhado, além de outras mulheres. Nisso meu cunhado foi ver o que estava acontecendo. O policial disse que elas podiam sair, pois eles receberam ordens para não deixar ninguém sair. Então perguntamos como fazer para "mijar", ele disse que tinha que ser dentro do local. Mas onde? Perguntamos. Encoste em um muro, respondeu ele. Perguntei: Se uma mulher de sua família tivesse numa festa dessa, o Senhor permitiria que mijasse num muro? Ele ficou calado. Resumindo o diálogo, perguntei se a orientação que ele nos deu (de mijar num muro muro ou poste) era certa, e mais uma vez ele ficou calado. Foi quando ele começou a se alterar, e já começou a falar grosso conosco e partiu para a agressão verbal, Algo que não é normal acontecer com uma pessoa que deve ser instruída para amenizar situações, e não causar constrangimento. Ele ainda questionou porque que nós estávamos interessados (meu cunhado e eu) e minha respondeu "porque eles são meu marido e meu irmão". Gostaria de disponibilizar um pouco do áudio da discussão, mas não dá para ouvir por conta do som festa que cobria as falas.
Um bom tempo depois o organizador da festa apareceu e fomos falar com ele também que não queria deixar-nos sair. O que Elton simplesmente respondeu para minha irmã que isso era um problema dela (Aí falou umas besteiras que é melhor não postar aqui por ser de baixo calão) E depois quis oferecer o dinheiro da entrada de volta para minha irmã. Ela disse que receberia se ele devolvesse o dinheiro das 10 pessoas que entraram juntos, e ele recusou.  Depois de muita conversa as mulheres foram liberadas para fazerem suas necessidades fisiológicas fora do recinto da festa. E só pra lembrar: isso não prejudicou o fluxo de entrada de pessoa na festa.

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