quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

BA-388: Mais de seis meses e nada mudou. Será preciso a segunda paralisação?

Nos dias 15 e 16 de agosto de 2013 os munícipes de Banzaê e Ribeira do Pombal interditaram duas vias que dão acesso às sedes dos dois municípios com o objetivo de protestar contra as péssimas condições que se encontra a BA-388 que liga que corta os dois municípios ligando as suas sedes através da BR-110 nas proximidades do km 170.
No dia 15 os manifestantes contaram com a participação dos índios Kiriris da aldeia de Mirandela, e no dia 16 a paralisação se deu no entrocamento da Nova Esperança e durou cerca de quase 6 horas causando um congestionamento de quase 25 km. A paralisação foi toda pacífica, sem apelar pra nenhum recurso que seja agressiva à ordem pública ou à natureza. O movimento contou com o apoio das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal, os quais estavam mediando as negociações com os manifestantes e o poder publico.
Na ocasião apareceu a Deputada Fátima Nunes (PT) e garantiu que iria tomar as devidas providências e cobrar do Governo do Estado, SERIN e DERBA prioridade e urgência para as obras de restauração total da BA-388 (Veja o vídeo onde a dep. Fátima Nunes narra o que será feito).
Vasculhando um pouco o site da ALBA encontra-se duas matérias que coloca que Fátima Nunes solicitou em caráter urgência, porém até hoje nada foi feito (notícia 01; notícia 02). Mas o que se percebe é que a Deputada não está com voz tão ativa, já para o Deputado José Nunes (ex DEM, e agora PSD) o asfalto da BA 220 saiu.um trecho de asfaltamento de Euclides da Cunha para o Povoado Aribicé. Mas é justo esse asfaltamento porque ele se "converteu" ).
O governador já inaugurou asfaltamento em várias BAs, e agora está para sair a de Monte Santo. E a BA 388, oque vai acontecer.
No acordo com os manifestantes do dia 16, a o Dr. Pial secretário da SERIN garantiu que daria uma resposta até 15 dias via e-mail, e essa resposta não chegou. Ele foi procurado por quatro vezes por telefone e não teve retorno: duas estava em reunião, e duas não se encontrava na SERIN.
Os manifestantes disseram que se não houvesse uma reposta satisfatória iriam partir para a segunda paralisação e dessa vez com prazo indeterminado.
Em Banzaê ainda continua o tapo-buraco. O que parece (pelo tempo que iniciaram) estar fazendo um BR que vai cortar todo o País.

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