quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Copa Vela em Paulo Afonso com mudanças marcantes

Depois de mais de 20 anos contando com a presença de investimentos privados na Copa Vela, esta edição ficará sem a presença das grandes atrações que costumavam se apresentar nos blocos e camarotes. O tempo passou e assim ficará a lembrança das grandes atrações que arrastaram multidões na avenida Apolônio Sales, com seus enormes trios e carros de apoio, alguns já nem lembram do Bacana, Top, Me leva, Paquera e até nos últimos anos o forte investimento do Chavaska, Insaciáveis, Planeta Beer e Arena, esses já com a versão das festas indoor e camarotes.

Segundo relato desses produtores, o evento perdeu muito mercado e a forma que a prefeitura vem tratando isso enfraqueceu a festa que já foi uma das maiores do Nordeste. A falta de planejamento e de articulação com as produtoras, baixo investimento e dedicação fizeram com que a iniciativa privada deixasse de participar por já entender que a Copa Vela hoje é inviável.

Um dos empresários do ramo resumiu o problema, – “Nunca houve uma atenção devida da parte da prefeitura, deixamos de atrair público das outras cidades e esses números vêm caindo consideravelmente ano após ano, sempre faltou divulgação, a programação sempre sai de última hora, como está acontecendo agora mais uma vez.

Assim fica a carga única e exclusivamente da prefeitura a realização e a responsabilidade com a qualidade e resultado da festa, isso Implicará diretamente na geração de renda com os postos de trabalho durante o período festivo bem como o trade turístico que já está afetado desde já, com um número baixo de reservas comparado a anos anteriores”.

Para o empresário toda essa situação resultou na falta de interesse em investir até mesmo em camarotes: “Houve uma licitação agora dia 8 de agosto para definir o uso do espaço público, uma licitação faltando um mês para o evento, definitivamente o cúmulo, assim nenhuma empresa participou e esse ano não estaremos no evento depois de quase 10 anos”. Explicou o empresário.

No início dessa semana, uma empresa começou a promover a divulgação de um camarote para a Copa Vela, porém em uma área privada, portanto fora do espaço que estava sendo oferecido na frustrada licitação da prefeitura ocorrida no início do mês, que teve lance inicial de R$ 30.000,00, apenas para exploração da área, esse valor e a falta de divulgação do evento acabaram afugentando os empresários. Do site Ozildo Alves.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

1º Campeonato de Futsal Feminino em Banzaê - BA

Após o sucesso na segunda edição da competição masculina, agora é a vez delas, vem aí o 1º Campeonato de Futsal Feminino Aldinei Barbosa, no Ginásio de Esportes em Banzaê, a partir do próximo domingo (13).

Com 16 equipes participantes, a competição será no sistema mata-mata, sendo que nas oitavas a disputa será dois jogos, nas quartas de final, semifinal e final, um jogo apenas.

Em sorteio realizado no último domingo (06), com a participação dos representantes das equipes e da comissão organizadora, ficou decidido o seguinte pareamento nas oitavas, veja os confrontos e horários dos jogos de ida. Os jogos de volta estão programados para os dias 20 e 25 de agosto.

Domingo (13)
9hs: Baixão x Marcação Kiriri
10hs: Queimada Grande x Flamengo Kiriri
11hs: Garotas Banza x Araçás Kiriri
12hs: Palmares x Real Banzaê

Sexta-feira (18)
17hs: Pau Ferro Kiriri x Boqueirão
18hs: Campo do Brito x Monte
19hs: Mirandela Kiriri x Salgado
20hs: Terra da Lua x Tamburil
Do Banzaê News

sábado, 22 de julho de 2017

Banzaê: rastreamento de câncer de mama

Atenção mulheres com idade entre 50 e 69 anos, segunda feira começa o Rastreamento do Câncer de Mama, procure seu Agente Comunitário de Saúde.

24/07 (segunda-feira):
Manhã: PSF Salgado (Tamburil, Terra da Lua, Sítio do Salgado, Salgado e Maria Preta);
Tarde: Maria Rosa (Sede)

25/07 (terça-feira)
Manhã: PSF Queimada Grande (Getirana, Camarão, Queimada e Queimadinha);
Tarde: Ana Lucia e Eremita (Sede)

26/07 (quarta-feira):
Manhã:  PSF Palmares (Monte, Baixao I e II, Piauí, Campinas, Palmares);
Tarde: Francicleide e Ana Chaves (Sede)

27/07 (quinta-feira):
Manhã: Arleide e Manoel e Maria do Pinga e Aderileia (Miroro, Massaranduba, Retiro, Campo do Brito, Casas populares);
Tarde: Maria do Boqueirão e Nilza (Sítio do Boqueirão, Boqueirão, Gameleira, Pedra Furada)

28/07 (sexta-feira):
Manhã: Área indígena (Pau ferro, Gado velhaco, Mirandela, Araças, Segredo, Marcação);
Tarde: Eliana (Sede)

29/07 (sábado)
Manhã: Adenuzia (Sede)
Informações: ASCOM-PMB

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Extinção de cartórios eleitorais

O menor cartório eleitoral do país fica no interior de Goiás. Trata-se da 91ª zona eleitoral da cidade de Panamá, responsável por 2.387 eleitores. Isso não seria um problema se fosse um povoado de difícil acesso, comum nos grotões do país. Só que não. A cidade está rodeada por zonas eleitorais em municípios vizinhos e, por isso, é apontada como um dos casos de má distribuição dessas unidades no país, conforme estudo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para manter o cartório, a pequena Panamá tem a mesma estrutura que cidade maiores. Além de funcionários para o atendimento, ela contam com um promotor e um juiz, ambos cedidos pela Justiça estadual ao custo de uma gratificação de R$ 4.631,61 por mês cada durante todo o ano. No país, o TSE gasta cerca de R$ 365 milhões por ano com o pagamento do auxílio para mais de 7 mil juízes e promotores eleitorais.

É esse efetivo que o tribunal quer reduzir até o fim deste ano com o rezoneamento eleitoral. Aprovado em março, ele prevê a extinção e o remanejamento de cartórios nas capitais e no interior. Estimativas iniciais do TSE apontam para a extinção de, pelo menos, 200 cartórios até outubro no interior, o que proporcionaria uma economia de R$ 24 milhões por ano só com gratificações. Outros 72 começaram a ser fechados em 16 capitais, entre elas, o Rio. Já, para entidades ligadas ao Ministério Público e à magistratura, o número pode passar de 800 zonas eleitorais em todo o país. Existem atualmente 3.036.

O TSE defende não haver necessidade para tantos cartórios com a informatização de muitos serviços. Além disso, diz que a proliferação das zonas deu-se de forma desordenada, sendo parte dela pautada por interesses políticos e não requisitos técnicos. Entre os serviços mais prestados pelos cartórios eleitorais estão a emissão de título de eleitor e o cadastramento biométrico.

— Segundo critérios locais, multiplicaram-se as zonas eleitorais. Estamos tentando adotar padrões racionais. Só que é uma dificuldade porque, a toda hora, estou recebendo deputados que reclamam que a Justiça está tirando do município ou base eleitoral dele uma zona eleitoral — disse o presidente do TSE, Gilmar Mendes, em uma palestra em junho em São Paulo.

A medida abriu uma guerra entre o tribunal e as corporações de juízes e promotores. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) entraram no Supremo Tribunal Federal (STF) no mês passado para anular o rezoneamento no interior. As duas entidades também têm percorrido o Congresso desde o início deste mês em busca de apoio de parlamentares. Elas alegam que o rezoneamento levará a uma redução da fiscalização das campanhas e aumento da corrupção eleitoral. Pela lei, uma zona eleitoral não pode funcionar sem um juiz e um promotor, independentemente do seu tamanho.

— Estamos levando o problema aos parlamentares e explicando que o rezoneamento viola preceitos constitucionais. Se tem diminuído o número de eleitores jovens entre 16 e 18 anos, vai cair ainda mais com essa medida. Isso sem falar no combate à compra de votos — afirmou a presidente da Conamp, Norma Cavalcanti.

LOCAL DE VOTAÇÃO NÃO MUDA

Para o eleitor, pouco coisa mudará, já que o local de votação continuará o mesmo. A maior mudança atingirá os servidores dos cartórios fechados, que terão de ser transferidos para outras zonas eleitorais. Já os juízes e promotores dessas unidades serão desligados da Justiça eleitoral, voltando a ocupar apenas suas funções na Justiça comum.

Na capital o rezoneamento começou em março e, até agosto, 72 cartórios terão sido extintos em 16 estados. Os eleitores serão incorporados a outras zonas. O maior corte — de 48 cartórios — acontecerá na cidade do Rio, campeã de zonas eleitorais no país. São 97 zonas para 4,8 milhões de eleitores, quase o dobro do que tem São Paulo: 58 zonas para um eleitorado de 8,9 milhões. Leia mais no O Globo.